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Outubro Rosa: quando o cuidado com a saúde também faz parte da rotina

Outubro chega acompanhado da cor rosa em campanhas, ações e comunicações por todo o país. Mas, por trás dos laços e das iniciativas do Outubro Rosa, existe uma mensagem que merece atenção durante o ano inteiro: cuidar da saúde também é uma forma de prevenção.

A campanha busca ampliar a conscientização sobre o câncer de mama, incentivando o acesso à informação, a atenção aos sinais e sintomas e a busca por acompanhamento profissional quando necessário.

E, para as empresas, o tema também traz uma reflexão importante: como o ambiente de trabalho pode contribuir para uma cultura que valoriza o cuidado com as pessoas?

Setembro Amarelo: como o RH pode promover mais cuidado e saúde mental no trabalho

Falar sobre saúde mental no trabalho é falar também sobre a forma como as pessoas são tratadas, como as atividades são organizadas e quais condições a empresa oferece para que seus colaboradores realizem suas tarefas.

Sobrecarga, pressão constante, falta de reconhecimento, conflitos e dificuldade para equilibrar vida pessoal e profissional podem afetar o bem-estar das equipes. É nesse contexto que o Setembro Amarelo ganha espaço nas empresas: a campanha amplia a conscientização sobre saúde mental, prevenção ao suicídio e valorização da vida, incentivando o diálogo, a escuta e a busca por ajuda.

Para o RH e o Departamento Pessoal, o tema vai além de uma campanha realizada durante o mês de setembro. É uma oportunidade para olhar para a rotina da empresa e entender como processos, relações e condições de trabalho podem contribuir para um ambiente mais saudável.

Afinal, cuidar das pessoas também significa cuidar da forma como elas trabalham.

O que é um sistema de gestão de pessoas e como ele transforma a rotina do RH

Um sistema de gestão de pessoas é uma plataforma que reúne em um só lugar os processos de RH e Departamento Pessoal: ponto, férias, documentos e benefícios. Em vez de planilhas e sistemas isolados, a informação fica centralizada, o que reduz retrabalho e libera a equipe para atuar de forma estratégica.

Durante muito tempo, o RH foi visto como um setor responsável por tarefas operacionais, como controle de ponto, folha de pagamento, admissões e organização de documentos.

Com a evolução das empresas e das relações de trabalho, esse papel mudou. Hoje, espera-se que o RH participe das decisões do negócio, contribua para o desenvolvimento das pessoas e utilize dados para apoiar gestores.

Os números ajudam a entender por que essa centralização importa. Um estudo do Think Work Lab, feito em 2024 com 303 profissionais de RH brasileiros, apontou que a área dedica 16,9 horas por semana, cerca de 38% da jornada, a tarefas burocráticas. No mesmo levantamento, apenas 6% dos RHs estavam em estágio significativo de digitalização e 38% operavam com dois a cinco sistemas diferentes.

Para que essa transformação aconteça, a tecnologia tem um papel fundamental. É nesse contexto que surge o sistema de gestão de pessoas, uma solução que centraliza processos, reduz atividades manuais e permite que o RH atue de forma mais estratégica.

Neste artigo, você vai entender o que é um sistema de gestão de pessoas, como ele funciona e quais benefícios ele traz para empresas de diferentes portes.

Retrabalho na folha de pagamento: como evitar erros e reduzir custos

Retrabalho na folha de pagamento é toda correção feita depois do fechamento: recálculo de salários, ajuste de horas e reenvio de informações ao eSocial. Cada uma dessas correções consome horas do Departamento Pessoal e pode expor a empresa a multas previstas na CLT e na legislação previdenciária.

Um levantamento da Ernst & Young (EY), feito em 2022 com 508 profissionais de empresas de 250 a 10.000 funcionários, mostrou que uma em cada cinco folhas de pagamento contém erros, e que corrigir um único erro custa, em média, US$ 291, chegando a US$ 705 nos casos mais complexos.

A soma dessas correções pesa mais do que o valor unitário sugere. Segundo o mesmo estudo da EY, a organização média faz 15 correções por período de folha, e uma empresa com 1.000 funcionários gasta o equivalente a 29 semanas de trabalho por ano apenas consertando os erros mais comuns. Só o ajuste de marcações de ponto faltantes ou incorretas consome 26 minutos por funcionário.

Quem trabalha no Departamento Pessoal reconhece a cena: a folha fecha, aparece uma marcação errada e todo o processo volta para a mesa. O retrabalho na folha de pagamento raramente é falta de cuidado da equipe, é consequência de processos desconectados.

A seguir, você vai ver onde o retrabalho nasce, quais multas ele pode gerar e o que fazer para eliminá-lo antes do próximo fechamento.

Gamificação no RH: como tornar treinamentos e campanhas mais atrativas

Treinamentos obrigatórios, campanhas internas e comunicados importantes fazem parte da rotina de qualquer empresa. Mas existe um desafio comum em muitos setores de RH: manter o interesse e a participação dos colaboradores nessas ações.

Na prática, muitas iniciativas acabam sendo vistas como apenas mais uma obrigação no dia a dia.

E quando isso acontece, o engajamento cai, a retenção do conteúdo diminui e o impacto da ação se torna menor do que poderia ser.

É nesse cenário que a gamificação no RH ganha espaço.

Mais do que uma tendência, ela se tornou uma estratégia eficiente para transformar treinamentos, campanhas e processos internos em experiências mais dinâmicas, interativas e atrativas para os colaboradores.

SIPAT: como transformar uma obrigação em uma experiência que gera engajamento

Quando chega o período da SIPAT, muitas empresas enfrentam o mesmo desafio: como engajar os colaboradores de verdade?

Embora a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho seja uma ação tradicional nas organizações, ela pode ir muito além do cumprimento de uma obrigação.

Quando bem planejada, a SIPAT se torna uma oportunidade para fortalecer a cultura de segurança, promover bem-estar e aproximar os colaboradores de temas que impactam diretamente seu dia a dia.

E é justamente nesse cenário que o RH exerce um papel fundamental.

O mercado mudou, e as expectativas também. Hoje, as pessoas buscam flexibilidade, qualidade de vida e benefícios que realmente façam sentido para sua rotina.

Segundo a 7ª edição da Pesquisa de Benefícios da Robert Half (2026), 77% dos profissionais desejam mudanças em seus pacotes de benefícios para que estejam mais alinhados às necessidades do mercado atual.

Esse cenário mostra que empresas que mantêm pacotes rígidos e pouco personalizados correm o risco de perder talentos ainda durante o processo de contratação.

É nesse contexto que o Secullum Card surge como uma solução para modernizar a gestão de benefícios e tornar a empresa mais competitiva.

Secullum Card (cartão multibenefícios e conta digital): Como Atrair e Reter Talentos

Atrair bons profissionais já não depende apenas de oferecer um salário competitivo. Nos últimos anos, os benefícios corporativos passaram a ter um peso cada vez maior na decisão dos candidatos e na permanência dos colaboradores dentro das empresas.

O mercado mudou, e as expectativas também. Hoje, as pessoas buscam flexibilidade, qualidade de vida e benefícios que realmente façam sentido para sua rotina.

Segundo a 7ª edição da Pesquisa de Benefícios da Robert Half (2026), 77% dos profissionais desejam mudanças em seus pacotes de benefícios para que estejam mais alinhados às necessidades do mercado atual.

Esse cenário mostra que empresas que mantêm pacotes rígidos e pouco personalizados correm o risco de perder talentos ainda durante o processo de contratação.

É nesse contexto que o Secullum Card surge como uma solução para modernizar a gestão de benefícios e tornar a empresa mais competitiva.

Planilhas vs. Software: Como Automatizar Processos no RH

A transformação digital está presente em praticamente todas as áreas das empresas. Processos comerciais, financeiros e de atendimento evoluíram com o apoio da tecnologia, trazendo mais agilidade, integração e segurança para o dia a dia.

Mas, quando o assunto é gestão de pessoas, muitas organizações ainda dependem de planilhas para controlar informações importantes do RH.

Embora sejam ferramentas acessíveis, elas apresentam limitações que aumentam conforme a empresa cresce. Informações descentralizadas, erros de preenchimento e retrabalho passam a fazer parte da rotina, comprometendo a eficiência da operação.

Segundo levantamento divulgado pela VOCÊ RH, 48% das empresas ainda dependem de planilhas para a gestão de dados, cenário que contribui diretamente para falhas operacionais e erros manuais.

Nesse contexto, investir em automação de processos no RH deixou de ser apenas uma tendência. Tornou-se uma estratégia para reduzir riscos, aumentar a produtividade e garantir mais segurança para as informações da empresa.

Licença-maternidade: o que o RH precisa fazer antes, durante e depois do afastamento

Quando uma colaboradora comunica sua gravidez, uma nova etapa começa tanto para ela quanto para a empresa.

Além das obrigações legais, o RH e o Departamento Pessoal passam a acompanhar processos como documentação, benefícios, estabilidade, afastamento e planejamento do retorno ao trabalho.

Mas a licença-maternidade vai além da legislação.

A forma como a empresa conduz esse período influencia diretamente a experiência da colaboradora, fortalecendo a sensação de acolhimento, respeito e cuidado em um dos momentos mais importantes da sua vida.

Por isso, mais do que conhecer as regras, é fundamental entender como o RH pode atuar antes, durante e depois da licença para garantir uma gestão eficiente e mais humana.